Google apresenta sistema para buscas visuais através do celular
A Google apresentou hoje nos Estados Unidos sua nova plataforma para telefones celulares: o Google Goggles, que permite realizar buscas utilizando uma imagem em vez de palavras.
Google Goggles, segundo a informação fornecida após a apresentação da plataforma na Califórnia, foi planejada para telefones que utilizam o sistema operacional Android e está disponível em inglês em todo o mundo.
O novo sistema permite ao usuário realizar buscas a partir de um lugar ou de um objeto, mesmo se não souber seu nome.
Quando é realizada uma consulta de busca visual, o Google Goggles decompõe a imagem em várias partes e as contrasta com outras da base de dados da empresa para ver se encontra alguma coincidência.
Depois de encontrá-la, a ferramenta devolve termos de buscas relevantes para essa imagem. O Google Goggles atualmente é capaz de reconhecer dezenas de milhões de imagens, entre elas lugares, obras de arte famosas e logotipos.
Para fazer uma consulta, basta abrir o Google Goggles e segurar o telefone em frente ao lugar que interessa ao usuário.
Por meio do GPS do dispositivo e de uma bússola, o Google Goggles é capaz de reconhecer que lugar se trata e de mostrar o nome no visor da câmera. Para obter mais informação, só é preciso clicar no nome.
"Quando uma busca é realizada, em algumas ocasiões é mais eficiente introduzir uma imagem que utilizar palavras, sobretudo se for feito de um celular", disse, em comunicado, Shailesh Nalawadi, diretor de produto do Google Goggles.
"A visão por computador é uma tecnologia ainda incipiente, mas o Goggles já está demonstrando seu potencial e nós estamos trabalhando muito para ampliar nossa capacidade de reconhecimento. Em um futuro próximo, a busca visual será algo tão natural quanto a feita com os dedos", acrescentou. EFE
Fonte: G1
Mostrando postagens com marcador celular. Mostrar todas as postagens
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8.12.09
23.11.09
Romances escritos no celular provocam mudanças no japonês
Formato curto e direto abre discussão sobre o futuro do idioma
Fonte: Rodrigo Villela, Estadão
Um ensaio publicado no jornal norte-americano The New York Times analisa uma nova mania no Japão, os romances para celular. Mas não é sobre isso que trata o texto “A tecnologia está emburrecendo o japonês?”. Segundo Emily Parker, a autora do texto, estes romances são escritos diretamente nos celulares, onde também são lidos. Com linguagem ágil, as matizes e sutilezas do japonês estariam virando coisa de antigamente.
Para os contrários à mudança, a dominância do inglês – aliada à internet – não está sendo levada a sério. Afinal, a simplificação do japonês teria começado após a Segunda Guerra, o que na época criou uma lacuna entre as gerações que presenciaram essa alteração. O premiado escritor Haruki Murakami (autor de, entre outros, Dance Dance Dance, publicado aqui pela Estação Liberdade), autor de vários best-sellers, afirma: “Se a língua quer mudar, deixe-a mudar. Toda língua é viva como um ser vivo, como você ou eu. E se está vivo, mudará. Ninguém pode parar isso”. E acrescenta: “As mudanças são para melhor ou para pior – e ninguém pode dizer se é melhor ou pior”.
Mas a mudança mais intensa na língua se deu via celular, onde autores, em sua maioria jovens mulheres, escrevem romances formados por sentenças curtas, geralmente histórias de amor.
O auge do fenômeno foi em 2007, quando cinco dos dez best-sellers japoneses eram desta natureza. Apesar do sucesso, autores como Murakami dizem não ter interesse nessa literatura. Outros argumentam que há espaço para leitores que se sentem confortáveis com a linguagem simples e também para os que não se satisfazem com simplicidade. Exemplo dessa diversidade do mercado é o lançamento do mais novo livro de Murakami no Japão (1Q84 - I), que em cerca de um mês vendeu um milhão de exemplares impressos.
Apesar da polêmica, de acordo com o ensaio, os japoneses estão lendo mais. E escrevendo mais também. Para um professor universitário consultado, “o tempo das cartas voltou”. Ele hoje recebe mais mensagens de alunos do que há 20 anos. As pessoas também estão usando mais o kanji. Em vez de decorar os ideogramas, hoje dá para digitar as palavras foneticamente e uma lista de caracteres aparece em pop-up, aí é só escolher a opção desejada.
Parker diz que “o japonês pode se tornar menos intimidador, encorajando muitas pessoas a desfrutar do prazer da leitura e da escrita”. E finaliza: “A tecnologia fará o Japão perder sua reputação de língua singularmente difícil? Possivelmente. Mas isso pode ser bom. O Japão, uma sociedade em envelhecimento, pode enfrentar um afluxo de imigração num futuro não muito distante. Uma linguagem mais acessível pode agilizar o processo de internacionalização do país”.
Formato curto e direto abre discussão sobre o futuro do idioma
Fonte: Rodrigo Villela, Estadão
Um ensaio publicado no jornal norte-americano The New York Times analisa uma nova mania no Japão, os romances para celular. Mas não é sobre isso que trata o texto “A tecnologia está emburrecendo o japonês?”. Segundo Emily Parker, a autora do texto, estes romances são escritos diretamente nos celulares, onde também são lidos. Com linguagem ágil, as matizes e sutilezas do japonês estariam virando coisa de antigamente.
Para os contrários à mudança, a dominância do inglês – aliada à internet – não está sendo levada a sério. Afinal, a simplificação do japonês teria começado após a Segunda Guerra, o que na época criou uma lacuna entre as gerações que presenciaram essa alteração. O premiado escritor Haruki Murakami (autor de, entre outros, Dance Dance Dance, publicado aqui pela Estação Liberdade), autor de vários best-sellers, afirma: “Se a língua quer mudar, deixe-a mudar. Toda língua é viva como um ser vivo, como você ou eu. E se está vivo, mudará. Ninguém pode parar isso”. E acrescenta: “As mudanças são para melhor ou para pior – e ninguém pode dizer se é melhor ou pior”.
Mas a mudança mais intensa na língua se deu via celular, onde autores, em sua maioria jovens mulheres, escrevem romances formados por sentenças curtas, geralmente histórias de amor.
O auge do fenômeno foi em 2007, quando cinco dos dez best-sellers japoneses eram desta natureza. Apesar do sucesso, autores como Murakami dizem não ter interesse nessa literatura. Outros argumentam que há espaço para leitores que se sentem confortáveis com a linguagem simples e também para os que não se satisfazem com simplicidade. Exemplo dessa diversidade do mercado é o lançamento do mais novo livro de Murakami no Japão (1Q84 - I), que em cerca de um mês vendeu um milhão de exemplares impressos.
Apesar da polêmica, de acordo com o ensaio, os japoneses estão lendo mais. E escrevendo mais também. Para um professor universitário consultado, “o tempo das cartas voltou”. Ele hoje recebe mais mensagens de alunos do que há 20 anos. As pessoas também estão usando mais o kanji. Em vez de decorar os ideogramas, hoje dá para digitar as palavras foneticamente e uma lista de caracteres aparece em pop-up, aí é só escolher a opção desejada.
Parker diz que “o japonês pode se tornar menos intimidador, encorajando muitas pessoas a desfrutar do prazer da leitura e da escrita”. E finaliza: “A tecnologia fará o Japão perder sua reputação de língua singularmente difícil? Possivelmente. Mas isso pode ser bom. O Japão, uma sociedade em envelhecimento, pode enfrentar um afluxo de imigração num futuro não muito distante. Uma linguagem mais acessível pode agilizar o processo de internacionalização do país”.
15.4.09
Escolas nos EUA negociam uso de celular por alunos
John Ingold
Quando Gregg e Jaylene Christoffersen arregalaram os olhos diante da conta do celular de sua filha, que havia sido usado para enviar 10 mil mensagens de texto naquele mês, descobriram uma coisa que os dirigentes de escola sabem há anos.
É mais fácil arrancar uma noz das patas de um esquilo faminto do que tentar tirar o celular de um adolescente.
"Tentar prevenir completamente seu uso, banir os celulares das escolas, é uma batalha perdida", diz Barb Goings, diretora da Green Mountain High School, uma escola de segundo grau em Lakewood, um subúrbio de Denver.
Isso se tornou claro na semana passada com a notícia surgida em Cheyenne, Wyoming, sobre a espantosa conta de telefone dos Christoffersen - US$ 4.756,25 em um mês (equivalente a R$ 10,4 mil), custo justificado principalmente pelas mensagens de texto enviadas por sua filha de 13 anos, Dena. A menina, que ainda está no ginásio, ficará de castigo pelo resto do ano, e seus pais estão negociando a conta com a operadora de telefonia móvel. O aparelho foi destruído a marteladas por Gregg Christoffersen.
Os pais de Dena afirmam que a maior parte de sua comunicação por meio de mensagens de texto acontecia na escola, e que as notas da filha melhoraram depois que o telefone foi destruído.
Em todo o país, estudantes e celulares formam uma unidade tão fechada que, na maioria das escolas, regras quanto ao uso de celulares se tornaram uma ocorrência comum. Nos manuais de alunos, elas vieram se somar às normas de vestimenta e de comportamento que os estudantes precisam seguir.
Na região de Denver, diversas escolas conseguiram, na prática, promover uma trégua com seus alunos quanto ao uso dos celulares. As normas adotadas para o uso de celulares em muitas escolas proíbem que os estudantes enviem mensagens de texto, ou até que mantenham seus aparelhos ligados, durante as aulas, mas eles podem usá-los nos intervalos entre as aulas ou nas áreas comuns da escola. Os alunos que violam as regras têm seus aparelhos confiscado.
"O limite que nós estabelecemos é que não se pode usar um celular quando isso causa perturbações durante a aula; quando isso acontece, nós agimos", disse Pat Sanchez, diretor da Denver West High School.
Mas manter o respeito a essa norma é muito mais difícil do que poderia parecer. Sanchez diz que, desde que a nova norma foi adotada, alguns alunos se tornaram muito mais habilidosos no envio de mensagens sorrateiras de texto quando os professores não estão olhando, e alguns deles, disse, conseguem digitar as mensagens com os celulares no bolso, sem nem mesmo olhar os aparelhos.
Para tornar a situação ainda mais complexa, muitos pais preferem que seus filhos vão à escola com seus celulares, de forma a alertá-los em casos de emergência ou coordenar planos para apanhá-los depois da aula.
"Isso é algo que os pais já indicaram que preferem que seus filhos tenham", disse Tustin Amole, porta-voz do distrito escolar de Cherry Creek, em Denver.
A preferência significa que os dirigentes escolares precisam fazer distinções cuidadosas entre punir as distrações indesejadas causadas pelos celulares enquanto permitem formas aceitáveis de uso dos aparelhos.
Na KIPP Sunshine Peak Middle School, em Denver, os alunos deixam os celulares na administração, quando chegam pela manhã, e os apanham na hora de ir embora, diz Rebecca Holmes, a diretora executiva.
"Ficar sem o celular durante todo o dia de aula é provavelmente tão ruim quanto perder as chaves do carro, para eles", diz Goings, a diretora da escola Green Mountain. "Alguns dos meus alunos sofrem crises de abstinência se não tiverem seus celulares".
Em todo o país, os diretores de escolas têm se esforçado mais para reprimir o uso de celulares. Em Iowa, os legisladores estaduais estão debatendo uma lei que restringiria o uso dos aparelhos no horário escolar. Um diretor de escola em Vancouver, no Canadá, tentou bloquear os sinais de celulares na área da escola, mas foi informado pelas autoridades de que isso era ilegal. E, no Wisconsin, um aluno de 14 anos terminou suspenso por indisciplina em um incidente que começou quando ele foi apanhado trocando mensagens de texto em classe.
Mas os administradores escolares também estão descobrindo que o vício dos celulares entre os alunos pode ser usado de maneira positiva. Sanchez, o diretor da Denver West, diz que ocasionalmente se comunica com os líderes do corpo discente via mensagem de texto, para ajudá-los a planejar eventos escolares.
"Honestamente", ele diz, "é a garotada que está me ensinando como fazê-lo".
Tradução: Paulo Migliacci ME
The New York Times
John Ingold
Quando Gregg e Jaylene Christoffersen arregalaram os olhos diante da conta do celular de sua filha, que havia sido usado para enviar 10 mil mensagens de texto naquele mês, descobriram uma coisa que os dirigentes de escola sabem há anos.
É mais fácil arrancar uma noz das patas de um esquilo faminto do que tentar tirar o celular de um adolescente.
"Tentar prevenir completamente seu uso, banir os celulares das escolas, é uma batalha perdida", diz Barb Goings, diretora da Green Mountain High School, uma escola de segundo grau em Lakewood, um subúrbio de Denver.
Isso se tornou claro na semana passada com a notícia surgida em Cheyenne, Wyoming, sobre a espantosa conta de telefone dos Christoffersen - US$ 4.756,25 em um mês (equivalente a R$ 10,4 mil), custo justificado principalmente pelas mensagens de texto enviadas por sua filha de 13 anos, Dena. A menina, que ainda está no ginásio, ficará de castigo pelo resto do ano, e seus pais estão negociando a conta com a operadora de telefonia móvel. O aparelho foi destruído a marteladas por Gregg Christoffersen.
Os pais de Dena afirmam que a maior parte de sua comunicação por meio de mensagens de texto acontecia na escola, e que as notas da filha melhoraram depois que o telefone foi destruído.
Em todo o país, estudantes e celulares formam uma unidade tão fechada que, na maioria das escolas, regras quanto ao uso de celulares se tornaram uma ocorrência comum. Nos manuais de alunos, elas vieram se somar às normas de vestimenta e de comportamento que os estudantes precisam seguir.
Na região de Denver, diversas escolas conseguiram, na prática, promover uma trégua com seus alunos quanto ao uso dos celulares. As normas adotadas para o uso de celulares em muitas escolas proíbem que os estudantes enviem mensagens de texto, ou até que mantenham seus aparelhos ligados, durante as aulas, mas eles podem usá-los nos intervalos entre as aulas ou nas áreas comuns da escola. Os alunos que violam as regras têm seus aparelhos confiscado.
"O limite que nós estabelecemos é que não se pode usar um celular quando isso causa perturbações durante a aula; quando isso acontece, nós agimos", disse Pat Sanchez, diretor da Denver West High School.
Mas manter o respeito a essa norma é muito mais difícil do que poderia parecer. Sanchez diz que, desde que a nova norma foi adotada, alguns alunos se tornaram muito mais habilidosos no envio de mensagens sorrateiras de texto quando os professores não estão olhando, e alguns deles, disse, conseguem digitar as mensagens com os celulares no bolso, sem nem mesmo olhar os aparelhos.
Para tornar a situação ainda mais complexa, muitos pais preferem que seus filhos vão à escola com seus celulares, de forma a alertá-los em casos de emergência ou coordenar planos para apanhá-los depois da aula.
"Isso é algo que os pais já indicaram que preferem que seus filhos tenham", disse Tustin Amole, porta-voz do distrito escolar de Cherry Creek, em Denver.
A preferência significa que os dirigentes escolares precisam fazer distinções cuidadosas entre punir as distrações indesejadas causadas pelos celulares enquanto permitem formas aceitáveis de uso dos aparelhos.
Na KIPP Sunshine Peak Middle School, em Denver, os alunos deixam os celulares na administração, quando chegam pela manhã, e os apanham na hora de ir embora, diz Rebecca Holmes, a diretora executiva.
"Ficar sem o celular durante todo o dia de aula é provavelmente tão ruim quanto perder as chaves do carro, para eles", diz Goings, a diretora da escola Green Mountain. "Alguns dos meus alunos sofrem crises de abstinência se não tiverem seus celulares".
Em todo o país, os diretores de escolas têm se esforçado mais para reprimir o uso de celulares. Em Iowa, os legisladores estaduais estão debatendo uma lei que restringiria o uso dos aparelhos no horário escolar. Um diretor de escola em Vancouver, no Canadá, tentou bloquear os sinais de celulares na área da escola, mas foi informado pelas autoridades de que isso era ilegal. E, no Wisconsin, um aluno de 14 anos terminou suspenso por indisciplina em um incidente que começou quando ele foi apanhado trocando mensagens de texto em classe.
Mas os administradores escolares também estão descobrindo que o vício dos celulares entre os alunos pode ser usado de maneira positiva. Sanchez, o diretor da Denver West, diz que ocasionalmente se comunica com os líderes do corpo discente via mensagem de texto, para ajudá-los a planejar eventos escolares.
"Honestamente", ele diz, "é a garotada que está me ensinando como fazê-lo".
Tradução: Paulo Migliacci ME
The New York Times
4.2.09
Google lança serviço para localizar pessoas através do celular
Da France Presse
O Google lançou um novo aplicativo, o Google Latitude, que permite aos usuários localizar fisicamente, através do celular, seus contatos que também estejam registrados nesse serviço, informou a empresa em seu blog oficial.
Disponível desde terça-feira, o Google Latitude é promovido como "uma forma divertida de estar em contato com as pessoas mais chegadas", já que indica a localização próxima dessas pessoas, indicou o grupo com sede no Mountain View (Califórnia).
"De agora em diante você saberá se sua esposa está engarrafada no trânsito, se um de seus amigos veio à cidade para o fim de semana ou podem se tranquilizar de que um ente querido que viajou de avião chegou a seu destino", explica o Google.
Antecipando-se às críticas pelas possíveis invasões à vida privada que o serviço implica, a empresa reconhece "o caráter sensível da localização on-line", mas insiste nas garantias de segurança para os usuários do novo aplicativo: tudo é opcional, uma pessoa pode escolher a quem localizar e existe o 'modo oculto'.
Disponível em 27 países, 14 deles na União Européia, o serviço será expandido progressivamente para outras regiões.
O grupo britânico de telefonia móvel Vodafone e a empresa informática americana Loopt já haviam desenvolvido um serviço de localizadores para celulares.
jug/lm/cn/fp
Da France Presse
O Google lançou um novo aplicativo, o Google Latitude, que permite aos usuários localizar fisicamente, através do celular, seus contatos que também estejam registrados nesse serviço, informou a empresa em seu blog oficial.
Disponível desde terça-feira, o Google Latitude é promovido como "uma forma divertida de estar em contato com as pessoas mais chegadas", já que indica a localização próxima dessas pessoas, indicou o grupo com sede no Mountain View (Califórnia).
"De agora em diante você saberá se sua esposa está engarrafada no trânsito, se um de seus amigos veio à cidade para o fim de semana ou podem se tranquilizar de que um ente querido que viajou de avião chegou a seu destino", explica o Google.
Antecipando-se às críticas pelas possíveis invasões à vida privada que o serviço implica, a empresa reconhece "o caráter sensível da localização on-line", mas insiste nas garantias de segurança para os usuários do novo aplicativo: tudo é opcional, uma pessoa pode escolher a quem localizar e existe o 'modo oculto'.
Disponível em 27 países, 14 deles na União Européia, o serviço será expandido progressivamente para outras regiões.
O grupo britânico de telefonia móvel Vodafone e a empresa informática americana Loopt já haviam desenvolvido um serviço de localizadores para celulares.
jug/lm/cn/fp
18.4.07
Afterworld
Assista aqui ao primeiro seriado "Aterworld" que a Sony Pictures Television International desenvolveu para para celulares no MIPTV. O drama sci-fi consiste em 130 episódios de 3 minutos.
http://www.youtube.com/watch?v=zy9v7etZG74
Kill Your Darlings
Na Alemanha a Phoenix Film produziu uma série de terror "Kill Your Darlings", exclusivamente para celular.
Assista aqui ao primeiro seriado "Aterworld" que a Sony Pictures Television International desenvolveu para para celulares no MIPTV. O drama sci-fi consiste em 130 episódios de 3 minutos.
http://www.youtube.com/watch?v=zy9v7etZG74
Kill Your Darlings
Na Alemanha a Phoenix Film produziu uma série de terror "Kill Your Darlings", exclusivamente para celular.
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